Colada à tua boca a minha desordem.
O meu vasto querer.
O incompossível se fazendo ordem.
Colada à tua boca, mas descomedida
Árdua
Construtor de ilusões examino-te sôfrega
Como se fosses morrer colado à minha boca.
Como se fosse nascer
E tu fosses o dia magnânimo
Eu te sorvo extremada à luz do amanhecer.
Hilda Hilst ( Do Desejo - 1992)
- Que foi quando me fizeram. (;
'à um graande amoour.
4 comentários:
Colado à tua boca minha completa perplexidade. Construtora da realidade, tento te examinar, por vezes alegre, por vezes sôfrego. Como se fosses nascer? Já nasceste e juntamente a ti nasceu [...]
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Excelente!!!
Olá Lú! Tô passando para te parabenizar pelo Blog. Realmente é marjoritário. Vou deixar o endereço do meu blog aqui e gostaria muito que vc o visitasse: http://ingridboo.blogspot.com
beejo
fofo
regra número 1: não esquecer dos óculos
regra número 2: não te conheço
regra número 3: sem rótulos
regra número 4: não seja convarde
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